Coração Ki – Um espaço dedicado à Espiritualidade

Localizado em Mafra, o Coração ki é um espaço alternativo para quem procura um estilo de vida holístico, integrado na espiritualidade da Natureza. 

Todas as sextas feiras às 21H00 Meditação 

Todas as sextas feiras às 19H00 Meditação para crianças

Agenda de Julho:

9 JULHO …. 20H30 …. Meditações das Luas – Lua Cheia

13 JULHO …. 20H00 …. Workshops Corte de Cordas

17 JULHO …. 20H00 ….. Encontro Com o Teu Ser

23 JULHO …. 8H30 ….. O Encontro com a Natureza do Coração ki

27 JULHO …. 20H00 ….. Workshop de Iniciação á Meditação

30 JULHO …. 9H30 ….. 3ª Caminhada Happy Me! Meditação às 11H00 no Parque Desportivo de Mafra.

Marcações por telm. 918820638 ou por mensagem privada através do FaceBook

Todos os dias por marcação:

Consultas de Aconselhamento Pessoal e Energético.

Terapia Multidimensional

Leitura da Aura

Terapia de Reiki

Regressão

Namasté _/|\_

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Herbalismo e Desintoxicação – Palestra Gratuita – 24 de Janeiro, 19:30-20:30

Durante o Inverno, o nosso organismo acumula toxinas que cristaliza sob a forma de líquidos e gordura, sendo estes mais facilmente eliminados a partir dos meses de Fevereiro e Março. 
Tradicionalmente, festas como o Imbolc e o Carnaval marcam o fim dos excessos alimentares e o início das depurações de Primavera.
Existe uma certa associação entre «desintoxicação» e «emagrecimento», no entanto nem sempre estas duas questões se relacionam. Um corpo desintoxicado é um organismo energeticamente equilibrado, e isto pode ou não comportar perda de peso.
Sempre que se verificam obstruções nos canais do corpo, a energia deixa de fluir livremente, e os efeitos de qualquer medicação, seja natural ou química, são retardados. Os sintomas destes bloqueios vão muito além dos observáveis problemas de pele ou de uns quilos a mais, manifestando-se de igual forma ao nível da mente inconsciente e no plano anímico.
Nesta palestra serão abordados os seguintes temas:

– A origem das toxinas e como actuam no organismo

– Sintomas físicos, mentais e espirituais da intoxicação e da desintoxicação

– Mecanismos de desintoxicação

– A importância da alimentação e do estilo de vida

– Plantas locais e fórmulas ayurvédicas depurativas

Reservas de lugar:

960122345 / 211397009
centrometamorphoses@gmail.com

Sejam bem-vindos!
Namasté _/|\_
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Curso de Massagem Ayurveda – Método Metamorphoses

ayurÉ talvez a mais famosa das vertentes do Ayurveda no Ocidente, e uma das mais requisitadas práticas terapêuticas na Índia. Unindo a saúde, a estética e a espiritualidade, as suas origens ancestrais fundem-se nas da própria Medicina Ayurvédica.

O carácter feminino é a essência desta massagem holística, na qual a energia é encaminhada de baixo para cima, do Muladhara para Sahasrara, da «Mãe Terra» para o «Pai Céu», desbloqueando todos os canais energéticos do corpo físico e dos corpos subtis, através de deslizamentos e de acupressão de pontos marma, num processo de alinhamento dos chakras que promove a auto-cura, melhora a cognição e expande a mente espiritual.
É por muitos considerada a mais poderosa das drenagens linfáticas, razão pela qual tem vindo a conquistar espaço em academias e spas, da mesma forma que o seu valor ortopédico e antidepressivo lhe garantiu entrada em clínicas por todo o mundo.

Neste curso, maioritariamente prático, iremos aprender a realizar uma massagem ayurvédica completa, de estilo tradicional, no chão, com recurso a alongamentos e pisamentos, integrando terapias auxiliares como a Aromaterapia, a Cromoterapia, a Cristaloterapia e a Pranaterapia.

Horário: 18:30h às 21:30
Duração: 5 meses
Inicio: Fevereiro
Contribuição: 45€/mês
Inscrição: 5€

INSCRIÇÔES: centrometamorphoses@gmail.com ou
211397009
(caso ninguém atenda envie sms) ou por email.

Local do curso:
Espaço Metamorphoses
Rua Machado dos Santos nº5, 14b – Parede

https://www.facebook.com/events/555425944654136/

Namasté _/|\_

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Curso de Ayurveda, Herbalismo Energético, Massagem e Nutrição – Método Metamorphoses

Terapias Alternativas

Medicina Ayurveda

Por “Ciência da Vida”, pode ser traduzido o nome desta que é considerada a mãe de todas as medicinas. O sistema ayurvédico, construído ao longo de largos milénios e resgatado nos dias de hoje, vem devolver ao ser humano as chaves de si mesmo.
Cada organismo corresponde a uma impressão digital energética, e cada energia interage de diferente modo com o meio. O conhecimento das energias que nos moldam permite-nos perceber quais as nossas susceptibilidades físicas, mentais e espirituais, para assim agirmos preventivamente, buscando um estilo de vida mais saudável e feliz, ou seja, mais adequado a cada um de nós.
Durante este curso, iremos descobrir como interpretar cada biotipo energético e aprender as melhores formas de evitarmos a doença ou de chegarmos à cura, quer através da Fitoterapia e da alimentação, quer mediante processos de desintoxicação, os designados Panchakarmas, que incluem a prática de vários tipos de massagem, bastis (enemas) externos, meditação e outras terapias holísticas
auxiliares, como o emprego de cristais e o uso da cor.

Ayurveda – Método Metamorphoses inclui Naturopatia Ayurvédica, Herbalismo Energético e Massagem Ayurvédica.

Horário: 15:30h às 19:30, três sábados/mês
Duração: 12 meses
Inicio: Fevereiro
Contribuição: 45€/mês
Inscrição: 5€

INSCRIÇÔES: centrometamorphoses@gmail.com
Questões: 211397009
(caso ninguém atenda envie sms) ou por email.

https://www.facebook.com/events/224588501319485/

Namasté _/|\_

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Calcitrapa (Centranthus calcitrapae (L.) Dufr. var. calcitrapae)

flora dunar

Espécie: Centranthus calcitrapae (L.) Dufr.
Divisão: Magnoliphytas
Classe: Magnoliopsidas
Ordem: Dipsacales
Família: Valerianaceae
Nome comum: Calcitrapa, valeriana, valeriana-de-jardim.
English name: Annual velerian.

Raramente a reconhecemos como parente da valeriana, no entanto esta pequena planta de aspecto algo invulgar poderá deter características bioquímicas bastante idênticas às da Valeriana officinalis. Por enquanto, mal estudada e incompreendida, é olhada com suspeita. 

Identificação: Herbácea de cerca de 40 cm de altura, tendencialmente glauca, apresenta folhas opostas, as basais espatuladas, de grande dimensão face às restantes, incisas ou ligeiramente dentadas. As caulinares são liradas e as superiores são penatipartidas e progressivamente mais reduzidas. As flores organizam-se em  cachos terminais sésseis, são rosadas e tubulares, com cinco pétalas desiguais e um único estame. O fruto é uma cipsela.

Tipo fisionómico: Terófito.

Distribuição: Mediterrâneo e costa ocidental ibérica.

Habitat: Frequente matos psamófilos, areias dunares, arribas costeiras, matagais, margens de caminhos.

Floração: Janeiro-Julho.

Princípios activos: Encontram-se em fase de estudo. O seu valor como alucinógeno não está comprovado. Potencialmente tóxica; potencialmente medicinal.  

Usos: Jardinaria.

Partes usadas: Toda a planta.

Curiosidades: O número de estames é um importante diferencial entre a espécie Valeriana officinalis, usada medicinalmente, e o género Centranthus. A valeriana apresenta três estames, os Centranthus spp. apresentam apenas um. 

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Valeriana-de-jardim (Centranthus ruber L.)

flora de jardim

Espécie: Centranthus ruber L.
Divisão: Magnoliphytas
Classe: Magnoliopsidas
Ordem: Dipsacales
Família: Valerianaceae
Sinonímia: Centranthus latifolius Dufr., Centranthus marinus Gray, Centranthus maritimus Gray, Centranthus maritimus DC., Kentranthus ruber (L.) Druce, Valeriana alba Mazziari, Valeriana florida Salisb.,Valeriana hortensis Garsault, Valeriana rubra L.
Nomes comuns: Valeriana, valeriana-de-jardim, cuidado-dos-homens, rosa-da-rocha, alfinetes, boliana.
English name: Red valerian.

As diferentes espécies do género valeriana são frequentemente usadas na decoração de jardins, dada a beleza das suas flores. Muitos ignoram que o seu verdadeiro valor não se encontra à superfície, mas, antes, escondido debaixo da terra

Identificação: Planta herbácea que cresce até cerca de 60 cm. Possui folhas lisas, recortadas com segmentos lanceoladas. As flores, organizadas em cacho, apresentam uma tonalidade rosa-forte muito característica.

Tipo Fisionómico: Hemicriptófito.

Distribuição: Eurásia.

Habitat: Encontramo-la em solos arenosos e húmidos, nas margens dos caminhos, nos passeios, nas orlas das matas e sobretudo nos jardins.

Floração: Março/Maio.

Princípios activos: Ácido valerénico, ácidos isovalérico e isovalerénico, ésteres, flavonóides, taninos, valerina, valerianina, actinidina e chatinina.

Propriedades: Calmante, sonífera, diurética, expectorante, anti-reumatismal.

Partes usadas: Raiz.

Usos: Calmante, actua como sonífero ligeiro, diminui a tensão nervosa resultante de traumas ou de ansiedade. É usado em casos de síndroma do colón irritável, cãibras e reumático.

Curiosidades: Ao contrário do efeito calmante que tem sobre o Homem, a valeriana parece provocar nos felinos um estado de euforia, à semelhança da nêveda-dos-gatos (Nepeta cataria L.). Após a II Guerra Mundial, a raiz da valeriana foi usada no tratamento de sintomas de ansiedade relacionadas com stress pós-traumático, conhecido com “neurose dos bombardeamentos”. O intenso e desagradável odor da valeriana apenas se manifesta após a sua secagem.    

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Santolina (Santolina impressa Hoffmanns. & Link)

flora dunar

Espécie: Santolina impressa Hoffmanns. & Link.
Divisão: Magnoliphytas
Classe: Magnoliopsidas
Ordem: Asterales
Família: Asteraceae (compotas)
Sinonímia: Não encontrada.
Nome comum: Santolina.
English name: Santolina

Um endemismo bem português que só agora está a ser desvendado pela comunidade científica internacional. Com um passado longo e já esquecido, é o futuro que a entronizará. 

 Identificação: Subarbusto perenifólio lenhoso, que não ultrapassa os 80 cm de altura, apresenta folhas estreitas, densas, alternadas, semelhantes às do alecrim, mas de coloração esbranquiçada, ligeiramente tomentosa. Os capítulos, globosos, são de um amarelo vibrante e apenas as flores do disco externo apresentam cinco pétalas curtas.

Tipo fisionómico: Caméfito.

Distribuição: Endémica do Estuário do Sado, encontra-se hoje numa área cada vez mais alargada, que inclui a Costa do Sol.

Habitat: Paleodunas, matos psamófilos ácidos a coberto de pinhais; arribas costeiras.

Floração: Abril-Junho

Princípios activos: Óleo essencial (composto por cetonas, lactonas, pinenos e cânfora), apigenina, luteolina, taninos catéquicos, catequinas, cumarinas e ácidos fenólicos.

Propriedades: Assemelham-se muito às da sua congénere S. chamaecyparissus, conhecida por «abrótano-fêmea». É anti-inflamatória, anti-helmíntica, antiespasmódica, antimicrobiana e antifúngica.

Usos: Esta planta tem sido usada medicinalmente ao longo dos tempos como digestivo, no alívio de cólicas e espasmos gastroentestinais, flatulência e gastrite. Também empregue no tratamento do doenças orofaríngicas e como tónico vulnerário. O seu óleo essencial apresenta elevada actividade antifúngica e vermífuga contra nematóides, o que o tem feito merecer especial atenção por parte dos investigadores. É empregue em dermoparasitoses.

Curiosidades: A sua parente S. chamaecyparissus começou por ser utilizada como insecticida contra traças, e hoje o seu óleo essencial é bastante usado pela indústria perfumeira. O óleo essencial da santolina, aqui monografada, está ainda a dar os primeiros passos na indústria farmacêutica e na agroquímica, pelo seu efeito nematotóxico. Crê-se que aos nemátodos tenha cabido parte da responsabilidade na extinção dos dinossauros. A perigosidade destes parasitas na agricultura e na saúde humana, faz crescer o interesse pela S. impressa, existente apenas em portugal.

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